Judô encerra participação nos JAPs

Na manhã ensolarada de domingo 19/11, o Ginásio de Esportes do 30º BIMEC ficou recheado de judocas e de uma torcida muito agitada para assistir as disputas por equipes, além de conhecer os mais novos campeões da modalidade.

A competição por equipes no judô funciona da seguinte maneira: cada cidade tem um grupo formado por cerca de oito ou nove atletas, mas apenas cinco lutam. Durante os confrontos, a cidade que abrir três vitórias de vantagem sobre seu adversário, no total de cinco lutas, vence a rodada.

Segundo o coordenador técnico do judô nos JAPs, Rodrigo Tonietto, não há peso estipulado para a participação na disputa por equipes. Cabe aos atletas organizarem-se para decidir quem lutará em cada confronto, sendo que não se sabe quem será seu adversário, e não há a possibilidade de repetir o mesmo judoca durante uma mesma rodada.

Sendo assim, diante de muita energia e garra rolando no tatame, foi difícil para a arquibancada e os colegas de judô conterem as emoções. Durante cada luta houve choro ou riso, nervosismo, ansiedade, desespero, dor, alegria, mas sempre com uma intensidade que se esvaía na hora de cumprimentar o adversário ao final da luta. Ali, após o fim, tudo se resumia em respeito e satisfação.

Ao encerrar a modalidade, Maringá saiu erguendo dois troféus. Eles foram campeões gerais da modalidade, tanto feminino quanto masculino. Além disso, o grupo feminino da cidade saiu vitorioso no confronto por equipes, seguida por Toledo em segundo lugar e, em terceiro, Campo Mourão e Guarapuava.

Na disputa masculina por equipes quem levou o lugar mais alto do pódio foi Toledo, seguido por Maringá, e deixando o bronze para Campo Mourão e Laranjeiras do Sul.

Brunno Angulski Ferreira, de Toledo, luta desde os quatro anos e sempre foi acompanhado pelo seu avô, seu grande apoiador e incentivador. Nessa edição dos jogos, aos 25 anos, ele conquistou o hexacampeonato nos Jogos Abertos do Paraná na categoria até 100kg e a luta por equipes.

Seu colega de grupo, Robson Machado Vieira, de 30 anos, saiu de Guarapuava carregando três medalhas de ouro penduradas no pescoço: a das categorias absoluto, pesado (+100kg) e por equipe. Ele participa dos JAPs desde 2002 e deixa um recado para quem está começando agora: “Todo mundo tem sonhos e consegue alcançá-los. Então, não desista!”.

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