É o menor percentual autorizado pela ANS desde o ano 2000, com exceção de 2021, ano de pandemia de covid-19.
Na época, o reajuste foi negativo, ou seja, os planos ficaram mais baratos. Apesar de ser mais o baixo dos últimos anos, o índice máximo de 5,11% autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar supera a inflação acumulada nos últimos 12 meses, até maio, que foi de 4,64%.
O reajuste vale para os planos contratados a partir de 1º de janeiro de 1999 e a aplicação do aumento só pode ser feita no mês de aniversário do contrato. A ANS explica que para os contratos com aniversário em maio e junho, a cobrança poderá começar em julho ou, no máximo em agosto, retroagindo até o mês de aniversário.
Hoje, os planos de saúde individuais, aqueles firmados por meio do CPF da pessoa, respondem por menos de 15% dos contratos dos planos de saúde e a maioria das empresas não comercializa esse tipo de plano. O país tem quase 53 milhões de consumidores de planos de saúde e apenas cerca de 7,7 milhões de clientes de planos individuais. Essa é a única modalidade cujo reajuste é regulado pela ANS.
Os reajustes dos planos empresariais e coletivos, que têm, disparado, a maior carteira de clientes, não são limitados pelo órgão.