Treinador confirmou à federação italiana que seguirá no comando do Brasil até a Copa de 2030, mesmo após sondagem revelada por Paolo Maldini
Carlo Ancelotti comunicou à Federação Italiana de Futebol (FIGC) que não tem intenção de deixar o comando da Seleção Brasileira, descartando qualquer possibilidade de retorno à Itália antes do fim do seu contrato, que vai até 2030.
A informação veio a público nesta terça-feira, quando Paolo Maldini, atual diretor de seleções da FIGC, confirmou que a entidade italiana havia procurado o treinador. O contato, no entanto, ocorreu cerca de duas semanas antes, nos dias seguintes à eliminação do Brasil da Copa do Mundo, derrotado pela Noruega no dia 5.
O que a Itália queria saber
Segundo Maldini, a federação buscava entender os planos futuros de Ancelotti e o valor da multa contratual caso ele optasse por deixar a Seleção antes do previsto. O treinador tratou o contato com cordialidade, agradeceu o interesse, mas foi direto ao afirmar que pretende permanecer no Brasil.
A resposta não chegou a ser surpresa para a CBF, que já sabia da sondagem italiana antes mesmo da declaração pública de Maldini.
Contrato recente reforça permanência
A posição de Ancelotti reforça o vínculo firmado há apenas dois meses, quando a CBF renovou o contrato do treinador com a Seleção até 2030.
Próximos passos do técnico
Atualmente de férias no Canadá, Ancelotti deve retornar ao Brasil em agosto, quando inicia o planejamento para o novo ciclo da equipe. A estreia da fase seguinte de trabalho está marcada para setembro, com dois amistosos contra a Austrália.
Itália busca outros nomes
Além de Ancelotti, a federação italiana também sondou Pep Guardiola, atualmente sem clube após deixar o Manchester City no fim da última temporada europeia. A expectativa é que a Itália anuncie em breve o nome que substituirá Gennaro Gattuso, que não conseguiu classificar a seleção para a Copa do Mundo de 2026.
Da Redação 98 FM News/Com GE