Segundo a PM, suspeito de 30 anos teria ameaçado atear fogo na mãe e já estava proibido judicialmente de permanecer na residência da família
Um homem de 30 anos foi preso na manhã desta quinta-feira (19) após, segundo a Polícia Militar, ameaçar os pais com uma foice e descumprir uma medida protetiva de urgência em Apucarana, no norte do Paraná. A ocorrência foi registrada por volta das 6h53, em um sítio localizado na Vila Rural Nova Ucrânia, na Estrada Colonial Mineira, zona rural do município.
De acordo com a PM, o suspeito teria apresentado comportamento agressivo durante a madrugada e feito ameaças contra os pais, de 59 e 66 anos. A família acionou a polícia diante da situação.
Mãe relata ameaças durante a madrugada
Segundo o relato da mulher aos policiais, o filho teria utilizado uma foice para ameaçar os familiares durante o período da madrugada. Ela também afirmou que o homem teria dito que colocaria fogo em um pneu para queimá-la.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, o suspeito teria ofendido verbalmente os pais diversas vezes.
O pai confirmou aos policiais a versão apresentada pela esposa. Ele relatou ainda que, diante das ameaças, a família escondeu as armas brancas que havia na residência, temendo que fossem utilizadas durante novos episódios de violência.
Suspeito foi encontrado em área de mata
Após receber as informações, a equipe da Polícia Militar iniciou buscas pelo homem.
Ele foi localizado em uma área de mata no Sítio Perobal. Segundo a PM, o suspeito foi informado sobre os direitos e recebeu voz de prisão.
O homem foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil de Apucarana, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
Homem já tinha medida protetiva
Durante a consulta ao sistema da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP), os policiais constataram que havia uma medida protetiva de urgência em vigor contra o suspeito.
A determinação judicial estabelecia o afastamento dele da residência da família. Com a prisão, o caso passou a envolver também a suspeita de descumprimento da ordem judicial.
As circunstâncias das ameaças e o eventual prosseguimento das medidas judiciais serão avaliados pelas autoridades responsáveis pelo caso.