Homem morto em confronto com a ROTAM em Apucarana é identificado; suspeito havia deixado a prisão recentemente

Foi identificado como Sidnei José dos Santos, de 42 anos, o homem que morreu durante uma ação policial na noite de quarta-feira (7), em Apucarana, no norte do Paraná. O confronto envolvendo policiais da ROTAM, unidade especializada da Polícia Militar, ocorreu em uma residência localizada na Rua Davi Preti, no Parque Bela Vista.

De acordo com informações da Polícia Militar, uma equipe realizava patrulhamento na região quando avistou o suspeito. Ao perceber a aproximação da viatura, Sidnei teria fugido e entrado em uma residência, chegando a arrombar uma estrutura de madeira para conseguir acesso ao imóvel. Os policiais solicitaram que os moradores deixassem a residência e iniciaram buscas pelo homem.

Segundo o aspirante Andrade, da Polícia Militar, Sidnei foi localizado escondido e armado com um revólver calibre 38 municiado. Ainda conforme a versão policial, os militares determinaram que ele largasse a arma, mas a ordem não teria sido obedecida. Diante da situação considerada de ameaça iminente pela equipe, os policiais efetuaram disparos que atingiram o suspeito. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas Sidnei não resistiu aos ferimentos. A morte foi constatada no local.

O delegado Victor Hugo, da 17ª Subdivisão Policial de Apucarana, informou que o homem possuía antecedentes criminais e havia deixado o sistema prisional recentemente. Segundo as autoridades, o histórico policial de Sidnei incluía registros relacionados a roubo, furto e tráfico de drogas.

Durante os procedimentos no imóvel, outras três pessoas foram encontradas e encaminhadas para as providências cabíveis. Os policiais também localizaram entorpecentes na residência. A quantidade e o tipo das substâncias não haviam sido detalhados nas informações inicialmente divulgadas.

Após a ocorrência, a área foi isolada para os levantamentos da Polícia Científica. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias da intervenção policial, incluindo a dinâmica dos disparos e os acontecimentos que antecederam a morte.

A versão apresentada pelos policiais envolvidos ainda depende da análise dos elementos periciais e dos demais procedimentos de investigação.

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