O caso do apucaranense Jordi Vilsinski Beffa, preso em fevereiro de 2022 no aeroporto de Bangkok, na Tailândia, ganhou um novo e decisivo capítulo. A defesa do jovem, conduzida pelo advogado Petrônio Cardoso, confirmou que a expectativa agora está voltada para os trâmites de sua extradição e retorno ao Brasil, após a concessão do perdão real que reduziu drasticamente sua pena.
“Estamos aguardando a confirmação oficial da Embaixada do Brasil sobre o caso dele e sua possível extradição com a pena finalizada”, destacou o advogado apucaranense.
O Perdão Real e a Redução da Pena
Inicialmente condenado a 7 anos de prisão em regime fechado por tráfico internacional de drogas, Jordi — que cumpre pena na província de Samut Prakan, nos arredores de Bangkok — foi agraciado em setembro de 2025 com o indulto real.
O benefício, concedido pelo rei tailandês como reconhecimento ao bom comportamento do detento, reduziu consideravelmente o tempo restante de reclusão. Do total da sentença, o paranaense já cumpriu cerca de 3 anos, restando pouco mais de um ano para a conquista definitiva de sua liberdade.
Relembre o Caso
Em fevereiro de 2022, então com 23 anos, Jordi Beffa pediu demissão de seu emprego em uma fábrica de roupas e máscaras em Apucarana. À família, o jovem informou que faria uma viagem de descanso para o litoral de Santa Catarina. No entanto, o destino final foi o país asiático, onde acabou flagrado e detido pelas autoridades locais ao desembarcar com cocaína em sua bagagem.
Com a pena reduzida e a iminência de sua extinção, a defesa e a família agora aguardam os alinhamentos diplomáticos entre o governo brasileiro e as autoridades tailandesas para que Jordi possa, finalmente, ser repatriado.
Da Redação – 98FM